Upgrade HomeServer – Part 2 – Snap Raid

O SnapRaid é um programa de backup para discos.

Este grava a informação de paridade num dos discos e pode recuperar a informação até 6 discos. Este aplicativo é maioritariamente dedicado para servidores de media center com muitos ficheiros de grande tamanho e que raramente são alterados.

As grandes vantagens deste são:

  • Todos os dados são alvo de “hashing” de forma a manter a integridade e para evitar ficheiros corruptos
  • Se na eventualidade de falha de mais do que um disco e que evite por este facto a recuperação dos dados apenas é perdida a informação dos discos danificados e dos restantes encontra-se salvaguardada
  • Permite a recuperação de ficheiros eliminados
  • Pode ser implementado com discos que já contenham dados
  • Os discos podem ter tamanhos distintos
  • Possibilidade de adicionar discos a qualquer altura
  • Para aceder a um determinado ficheiro presente num dos discos apenas esse disco inicia a rotação, todos os outros estão parados mantendo assim algum silencio… e poupando na conta da eletricidade 🙂

site oficial: www.snapraid.it

 

Part 1 – Intro

 

Upgrade HomeServer – Part 1 – Intro

2016 já entrou aí em força há 3 meses mas só agora decidi seguir a recomendação de um amigo e começar um pequeno “pet” project para me ir entretendo nos tempos livres mas além de tudo como diria essa pessoa “pensar em algo que não importa”.

Ora então depois de muito pensar no que me poderia meter, teria de ser algo que me desse alguma vontade caso contrario iria ficar perdido em conjunto com todas as outras coisas, pelo que me decidi a atualizar o meu pequeno servidor lá de casa.

O equipamento em questão é um HP MicroServer N41L com a seguinte configuração:

  • Processador AMD Turion
  • 5 discos, 1TB+500GB(x3)+320GB para o SO
  • 4GB RAM

Estive com a plataforma OpenMediaVault (OMV) instalado durante muito tempo (anos) mas achei que estaria na altura de mudar todo o sistema.

Isto pois quando o instalei inicialmente apesar de ter colocado os discos em RAID não me precavi para uma situação com que me tenho deparado… Falta de espaço. Ora então foi juntar o util ao agradavel e decidi meter mãos à obra..

O primeiro passo foi a compra de um disco de 2TB para substituir um de 500GB, neste caso o ST2000DM001. Como iria alterar o sistema de ficheiros por completo e este equipamento serve de NAS lá para casa foi então altura de eliminar muita coisa que la tinha e sabia que conseguiria arranjar novamente.

Procedi então à troca de um dos discos de 500GB pelo de 2TB aumentando assim em 1TB o espaço disponivel (não me enganei nas contas, já lá chegaremos).

O passo seguinte era a instalação de todo o sistema, e aqui é que perdi um pouco mais de tempo a investigar, queria algo novo algo que desse “luta” e não apenas uma solução de “next next next finish”.

O OMV é um sistema brilhante, funciona perfeitamente mas é muito GUI queria algo sem isso, algo que me fizesse aprender e investigar. Uma das funcionalidades que me deveria permitir era um dia mais tarde quando quisesse trocar um disco bastar apenas tirar e colocar outro e os dados lá estariam.

Decidi-me então por uma solução baseada em 3 tecnologias totalmente novas para mim:
* Ubuntu Server (iniciei o projecto com debian puro mas não me habituei à falta de pacotes que este trazia pelo que na segunda tentiva foi com ubuntu)

  • snapraid
  • mergerfs
  • docker
  • Ansible

Agora mais tarde irei descriminar cada um deles e o processo todo.

Leishmaniose… o que mais resta?

A leishmaniose é uma doença crônica, de manifestação cutânea ou visceral (pode-se falar de leishmanioses, no plural), causada por protozoáriosflagelados do gêneroLeishmania, da famíliaTrypanosomatidae. O calazar (leishmaniose visceral)[1] e a úlcera de Bauru (leishmaniose tegumentar americana)[2] são formas da doença.

As várias formas de leishmaniose podem ser zoonoses ou antroponoses, ou mesmo antropozoonoses. A forma visceral existente no Brasil e em Portugal é uma zoonose comum ao cão e ao Homem.[3] É transmitida ao Homem pela picada de fêmeas de insetos dípteros flebotomíneos, que compreendem o gênero Lutzomyia (chamados de “mosquito palha” oubirigui, no continente americano) e Phlebotomus (no chamado Velho Mundo: Europa, África e Ásia).

É isto que a WikiPedia fala sobre a leishmaniose… Só mesmo uma “desgraça” destas para me fazer voltar a escrever no blog…

Quando vejo que já passou 1 ano desde que escrevi algo por um lado até fico contente, quer dizer que nada de muito significativo se passou… Mas pensando melhor até não foi bem assim….

Faz agora também um ano que a menina Kuka tem andado a fazer das suas…

Como referi há coisa de 1 ano esteve internada durante 1 semana… Por incrivel que pareça os cães também podem sofrer da febre da carraça e claro, dos vários tipos que existe ela teve de apanhar logo a mais complicada… Até transfusão de sangue teve de levar… bem 1 semana para esquecer..
No entanto não é sobre isso o tema deste artigo, é sim sobre a nova “aventura” dela.. Decidiu ela ser picada por um mosquito e assim contrair a leishmaniose, uma das piores doenças que os cães podem apanhar.

O aspecto dela é mau infelizmente.. Tem a cara cheia de manchas de feridas, não coloco imagens pois não quero guardar este momento para o futuro, prefiro ter uma imagem dela com todo o seu pelo.

Depois de visita ao veterinário na semana passada onde recebi este diagnostico deu-se então inicio ao tratamento… Para começar vamos tratar de remediar uma otite que tem nos ouvidos o que implica ter de lhe limpar os ouvidos durante 10 dias seguidos.. Ora isto é coisa para me demorar cerca de 15minutos (por ouvido) pois ela nem assim fica calma.

O segundo passo, que já começou ontem, tratou-se iniciar a medicação por 28 dias de um xarope destinado a combater o parasita.. Só após estes 28 dias vamos ver como evolui o combate… A leishmaniose não tem cura e ela terá de tomar medicação para o resto da vida e ser submetida a analises ao sangue de 3 em 3 meses aproximadamente. Ainda não sei se será necessária  a esterilização dela mas na proxima visita ao veterinário. Neste momento, e apesar do custo avultado que tem todo o tratamento inicial o que importa é dar-lhe qualidade de vida. Nos 4 anos que convivemos juntos já tantas alegrias tivemos com ela, tantos momentos passados que não aceito por nenhuma razão ser privado disso para o futuro.

 

Se os outros conseguem ela também irá conseguir.. Custe o que custar…

Caminhos de Santiago

Tal como referi aqui em Março/Abril do corrente ano decidi dedicar-me um pouco mais a pratica do BTT.

Quando se inicia a pratica de um desporto, ou se retoma, existe sempre uma envolvente com grupos de pessoas que nos abre a portas a situações desconhecidas. Seja com o BTT, o futebol, o tenis, etc… é normal tomar conhecimentos de algumas histórias/adventuras que de certa forma marcam os desportos..

O BTT não é exceção, muito pelo contrario… Até à altura em que comecei a praticar não fazia ideia do que seriam provas denominadas de “Cape Epic”, “NGPS”, “Caminhos Franceses de Santiago” e o “Caminho Português de Santiago”.

E é precisamente sobre este que escrevo este texto…

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